
A propósito deste assunto, estive há umas semanas em Amsterdam e por acaso acho que foi a coisa que mais fiz!! Normalmente quando viajo costumo visitar os places e os cantinhos todos à casa, mas a minha primeira vez nesta cidade foi algo caótico! Não tinha hotel, estava cheia de fome e estava muito muito
frio! Horrível! Os 30 segs que passei na rua fizeram-me sentir como se tivesse agulhas a espetar-se no corpo....
And the others?
As hard as it is to believe, everyone seemed to be having a blast!! A sério, o que mais me espantou foi ver toda a gente numa alegria - no meu caso não contagiante - e numa procura de divertimento extraordinária! Mas pronto, dadas as circunstâncias, acho que estou desculpada... Sobretudo depois de pagar 60€ por um táxi desde o aeroporto até à Dam Straat...
Mas realmente, não me escapo! Tenho de confessar que, ao ver aquela gente toda num estado de euforia, deu vontade de fazer o mesmo! É aquele je ne sais quoi... Olhar em nosso redor pode fazer-nos ver que a vida não é bela, mas que há prazeres inevitáveis e que estão à nossa disposição para os aproveitarmos ao máximo...
Um banho quente mais tarde, fui até ao Bavaria Club. Também, era mesmo o único ali pertinho... E entrei numa porta diferente: gente super animada! Olhava para um lado, pessoas riam e dançavam, para o outro um grupo de britânicos que olhava para mim e me chamava para viver a adrenalina com eles!
Ah pois... Um pormenor: para quem é bom observador como eu, achei uma piada de todo o tamanho o pormenor da dança dos neerlandeses - eles dançam, vejam só que parece que é moda - com um braço no ar e o dedo indicador a apontar sem parar para o céu! Esta para mim foi nova... 10 mil dedos no ar depois, já eu tinha o meu lá em cima! Deve ser para ver para que lado sopra o vento ou se vai chover...
Desta, não me esqueço...
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Welkomst en Amsterdam, Nederlands
segunda-feira, 19 de maio de 2008
O meu laptop...
Tenho um portátil sem o qual não consigo viver...
O meu professor de Comportamento do Consumidor, Dr Pedro Moreira, perguntava-nos um dia: "São os consumidores que criam a necessidade, ou a necessidade existe por si só?"
Reflectindo um pouco, foi difícil responder à pergunta... Quer dizer, sentíamos mesmo necessidade de ter trinta mil modelos de telemóveis e não sei mais quantos de laptops?
Honestly, I don't think so!
Mas o facto é que hoje em dia não me vejo sem o meu... Tornou-se o meu bê-à-bá, é a minha ferramenta de link pessoal e profissional... E a verdade é que cada vez que sei que vai sair um modelo novo, mais avançado, topo xpto, sinto um desejo enorme de o ter... Lá está, o despertar da dita necessidade...
domingo, 18 de maio de 2008
Gira e gira...
Pode parecer estranho, mas sempre que estou no aeroporto sento-me numa esplanada e admiro as pessoas... Há sempre aquela correria inerente a um aeroporto com bastante tráfego, mas ainda assim, é incrível ver as pessoas, ver para além do que os outro vêem... Um abraço, um beijo, um carinho trocado em público, um empresário que chega de viagem e só quer ver a família, dar um beijo nos filhos... Acho incrível!
Pego no telemóvel, escrevo uma mensagem a alguém de quem sinto muitas saudades...
And so, the world goes round and round...
Um avião levanta vôo e aí a plenitude de sentimentos eleva o espírito, faz-nos sentir que haverá lá mais, ali por cima de nós, above the big blue sky...
O Hugh Grant dizia no filme "About a Boy", "No man is an island". As pessoas vivem mediante unidades. Levantarmo-nos da cama: depende! Para mim, 10 unidades, custa... Para o comum mortal, talvez 2..
Trabalhar... Difícil... Humm... 20 unidades.
Partindo o nosso dia por tudo o que somos obrigados a fazer, pouco resta para as maravilhas... E no aeroporto... É lá que encontro a sede, o desejo de regresso para junto dos nossos "mais-que-tudo"...
"Love actually is... all around..."